• QUEM É MARCELO FREIXO

    Deputado Federal pelo PSOL do Rio de Janeiro. Conheça um pouco de sua história:

    Filho de Aroudo e Alenice, um inspetor escolar e uma secretária, Marcelo Freixo nasceu no Fonseca, no subúrbio de Niterói. A violência e a falta de atividades culturais no bairro levaram Freixo a começar a sua militância política. Na adolescência, se uniu a outros moradores para lutar pela instalação de cinema, teatro e biblioteca no Fonseca.

    Freixo se formou em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sua primeira experiência como professor foi em um projeto, coordenado por Julita Lemgruber, para dar aulas a detentos que almejavam concluir o ensino médio. Também participou de projetos de prevenção ao HIV dentro das presídios. Assim começava a sua história de luta em defesa da cidadania, dentro e fora do sistema prisional. Freixo passou a se dedicar à Educação, dando aula em diversas escolas de Niterói, e a militância em defesa dos Direitos Humanos. Neste período trabalhou também como assessor do então deputado estadual Chico Alencar. À época, Chico presidiu a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e escolheu Freixo para coordená-la.

    Seu primeiro mandato como deputado estadual, iniciado em 2007, foi marcado pela CPI das Milícias. A investigação, iniciada em 2008, resultou no indiciamento de 225 envolvidos e na proposição de 58 medidas concretas para acabar com a máfia. A CPI, que lhe rendeu ameaças contra a vida, serviu de base para o filme Tropa de Elite 2 e sua história inspirou o personagem Diogo Fraga. Ainda em 2008, denunciou a fraude no auxílio-educação na Alerj, que levou à cassação das deputadas Jane Cozzolino e Renata do Posto. Além disso, apresentou o pedido que resultou na cassação do deputado e ex-chefe de Polícia Álvaro Lins, acusado de lavagem de dinheiro. No mesmo ano, assumiu a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, cargo que mantém atualmente.

    Em 2011, no segundo mandato, presidiu a CPI do Tráfico de Armas e munições no Rio, que propôs 69 ações para aumentar o controle e a fiscalização dos arsenais públicos e privados no estado. Em 2012, pediu abertura da CPI para apurar relações suspeitas entre o governo estadual e a empreiteira Delta. Ainda neste ano, se candidatou à prefeitura do Rio, ficando em segundo lugar, com cerca de 30% dos votos.

    Destacou-se pela criação do Mecanismo e do Comitê de Prevenção e Combate à Tortura e do cadastro estadual de crianças e adolescentes desaparecidos. Além disso propôs a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que ampliou para seis meses o aleitamento materno das servidoras estaduais.

    Em 2016 se candidatou novamente à prefeitura do Rio, disputando o segundo turno. Freixo obteve 1.163.662 de votos numa linda campanha que encheu o Rio de esperança.

    Em 2018, Freixo foi eleito deputado federal pelo PSOL/RJ com 342.491 votos. Foi o candidato de esquerda mais votado no Rio de Janeiro na disputa para uma vaga na Câmara dos Deputados em Brasília. A nova bancada do PSOL no Congresso conta com Freixo (RJ), Sâmia Bomfim (SP), Edmilson Rodrigues (PA), Luiza Erundina (SP), Áurea Carolina (MG), Ivan Valente (SP), Fernanda Melchionna (RS), Talíria Petrone (RJ), Glauber Braga (RJ) e David Miranda (RJ). A terceirização, o corte dos direitos trabalhistas, a reforma da previdência, a liberação de agrotóxicos, as ameaças de privatização de serviços públicos e de empresas estatais lucrativas mostram que é fundamental renovar o Congresso Nacional com políticos comprometidos com os interesses da maioria. A nova bancada do PSOL será fundamental na luta contra o retrocesso e o conservadorismo.

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