Twitter facebook Orkut Flickr Youtube

 

 


Segurança máxima para quem?
“Se formos hoje pegar a lista de milicianos que podem ter matado, extorquido e reprimido a população, daqueles que não foram transferidos para presídio federal, que estão presos no Rio de Janeiro, nenhum deles está preso em Bangu I. Então, estes são mais perigosos, no entendimento de quem determinou que bombeiros e PMs fossem para Bangu I, porque até agora não sabemos quem determinou. Não consta. Sabe-se que foi uma decisão política. E porque não tem base legal não foi escrita, foi falada”, disse Marcelo Freixo, em pronunciamento na Alerj, após visitar os líderes dos movimentos reivindicatórios da Segurança Pública em Bangu I, nesta segunda-feira (13/2). Na ocasião, a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj enviou um ofício à secretaria de Segurança Pública e aos comandantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, questionando tal ação. Além disso, solicita o encaminhamento dos nove policiais militares e dos onze bombeiros para os locais de custódia de direito aos militares.

Milícia: será ainda um mal menor?
“Até hoje o Congresso Nacional não teve a competência para votar o crime de milícia. Não há tipificação do crime de milícia. São diversas propostas que inúmeros setores do poder público não cumpriram com o seu papel. Quero lamentar que o poder público não encare o seu papel e o seu dever diante de algo que ameaça tanto essa realidade. E que, ainda hoje, o poder público considera como mal menor. Há pouco tempo, isso era mais escancarado. O ex-prefeito cansou de falar bem das milícias; cedeu a sua sigla partidária para que milicianos concorressem às eleições. O atual Prefeito, numa entrevista ao RJ, elogiou determinada milícia de Jacarepaguá. Isso era muito comum. Hoje não se fala mais. Tivemos essa vitória pedagógica”, afirmou Marcelo Freixo nesta quinta-feira (16/2) ao comentar a absolvição de milicianos da Liga da Justiça, pelo Tribunal de Justiça, da acusação de tentativa de homicídio.

Clínica Amendoeiras
A Comissão de Direitos Humanos da Alerj e o Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura entregaram, nesta quinta-feira (16/2), à Secretaria Municipal de Saúde um relatório sobre a visita realizada em dezembro na Clínica Amendoeiras. Dentre as recomendações do documento está a intervenção direta da prefeitura. Se propõe que a Área Técnica de Saúde Mental do Município crie um grupo de trabalho para a desinstitucionalização e reinserção social dos usuários até o seu fechamento, que se dará gradualmente. Há ainda a recomendação emergencial de reestruturação da do espaço físico da clínica, além da reavaliação das medicações prescritas aos pacientes.

Prêmio Orilaxé
Marcelo Freixo entregou ao rapper Criolo, nesta terça-feira (14/2), o Prêmio Orilaxé, concedido pelo Grupo Cultural AfroReggae. O cantor e compositor Criolo surpreende por sua versatilidade musical, já que trafega com maestria entre o rap, o samba, o reggae e até o bolero. Reconhecimento mais que merecido!