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Propostas para combatermos o tráfico de armas

Por Equipe Marcelo Freixo

A quantidade de fuzis apreendidos pela polícia bateu recorde em 2016, segundo matéria do Globo desta terça (24). Foram 371 armas recolhidas. Somados os últimos dez anos, as apreensões chegaram a 2.615.

Retirar essas armas da rua é fundamental, mas esse esforço, por si só, não basta. Precisamos de políticas públicas estratégias para enfrentarmos o problema em sua raiz.

Em 2011, Freixo presidiu a CPI do Tráfico de Armas e Munições, que apresentou 69 medidas concretas para combatermos o comércio ilegal de armas. Ao contrário do que crê o senso comum, a CPI concluiu que as fronteiras não são o principal problema - a maior parte dos armamentos é de fabricação nacional e desviada para a ilegalidade dentro do país e do Estado.

Por isso, é preciso fazer o dever de casa: melhorar a fiscalização sobre lojas autorizadas e colecionadores, criar um banco único de dados com informações das polícias estaduais e das Forças Armadas, desenvolver mecanismos para rastrear armas e munições. O resultado da investigação foi apresentado aos governos estadual e federal, mas, quase seis anos depois, nada foi feito.
 

Leia mais no relatório final da CPI: goo.gl/SXEghl

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